Tornar o aspecto do rosto mais jovem é um desejo que leva milhares de pessoas aos consultórios médicos todos os dias.

 

As técnicas podem ser minimamente invasivas, estéticas e até uma reconstrução pode culminar em um processo cirúrgico, que cause esse resultado final.

 

Desde laser, luzes pulsadas e tratamentos baseados em peelings químicos ou demais métodos não abrasivos podem ser estratégias de sucesso com a finalidade de melhorar a aparência e textura.

 

*Muito importante!

 

Ao cogitar fazer uma cirurgia plástica, a primeira coisa que se deve pensar é a escolha do médico.

O site da SBCP – Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica disponibiliza a ferramenta de pesquisa e o os nomes dos membros podem ser consultados aqui.

 

Isto acontece porque os problemas a serem tratados podem ser:

 

  • Rugas estáticas: que estão mais visíveis e marcam a expressão ainda quando a pessoa não muda a aparência com os movimentos faciais (ao redor dos lábios, ‘pés de galinha’, e etc.
  • Rugas dinâmicas: comumente chamadas de ‘linhas de expressão’. Podem aparecer em adultos jovens e se caracterizam por aparecer como pregas quando a pele não está se movendo, o que ‘reforça’ certas expressões (centro da testa, em torno da boca, e etc).
  • Pigmentação da pele: Manchas senis, manchas de de sol, sardas, melasmas e etc.
  • Cicatrizes: Resultante de procedimentos cirúrgicos, traumas, ferimentos na pele ou acne, e etc.
  • Vasos visíveis: vasos sanguíneos que podem estar relacionados a doenças vasculares, que se apresentam na superfície da pele ou ainda lesões, que surgir como minúsculas bolhas de sangue ou rubor facial constante.
  • Perda de tons: Enfraquecimento da tonalidade da pele ou da estrutura de sustentação da pele (fibras de colágeno e elastina), que resultam na perda de firmeza da pele, ou processos inflamatórios como a celulite.

 

Cirurgias plásticas também podem resultar no rejuvenescimento da pele, desde que indicadas expressamente pelo médico e estudadas individualmente. O contexto do tratamento será avaliado passo a passo pelo médico.

 

Quando se busca uma aparência mais jovem, é importante construir, internamente, uma imagem razoável, realista e confortável sobre ‘quem sou eu’ e se a cirurgia plástica pode (ou não) fazer parte do que constitui essa ideia.

 

Isto ajuda a criar um estado de bem-estar e segurança.

Um dos primeiros passos é entender a diferença entre autoimagem e autoestima; e ainda o conceito do ‘eu idealizado’.

 

  • Autoimagem: pode-se dizer que é a imagem que a pessoa tem dela mesma, de ‘fora para dentro’. É um conceito baseado no que você sente, pensa e vê sobre quem você é. Essa imagem influencia seu comportamento, características de sua personalidade e o seu tratamento com a vida, no momento presente (agora).
  • Autoestima: é o que determina o quanto você aceita, gosta e respeita a si mesmo, seus limites e valores internos. É a ideia que você tem sobre sua imagem e sobre suas características ‘não concretas’, portanto, depende da interpretação e percepção que a pessoa tem da sua autoimagem e do que ela considera como ‘eu ideal’.
  • Eu idealizado: é uma ideia que te guia em relação ao que você tem como metas, objetivos sobre quem você deseja ser. É a ideia que você tem sobre quem quer ser no futuro, o que influencia diretamente suas escolhas, seu desenvolvimento como pessoa, de uma maneira integral.

Busque orientação dentro do consultório médico, ouça e busque indicações das pessoas, e, acima de tudo, consulte os órgãos reguladores sobre o nome do profissional que escolheu.

 

DR SPÍNDOLA

CRM 92759

*Residência Médica em Cirurgia Geral por 2 anos no Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM) de São Paulo.
* Residência Médica em Cirurgia Plástica por 3 anos no Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM) de São Paulo.
*Especialista em Cirurgia Geral pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
*Especialista em Cirurgia Plástica pelo MEC – Ministério da Educação.
*Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).